CANDIDATA

Na Justiça Eleitoral, quando foi candidata em 2020, Cinthia Ribeiro também recorreu à Justiça contra críticas e ataques em várias oportunidades, inclusive conseguindo muitas decisões favoráveis.

PROIBIU

Aliás, tem um certo deputado estadual que proibiu que o meu Jornal Primeira Página, que circula ainda com a edição impressa, fosse entregue no seu gabinete na Assembleia Legislativa do Tocantins, a chamada “Casa do Povo”. Tenho o print da conversa quando indagamos o motivo. Isso é que é censura!

BLOQUEIO

Já que estou no assunto, vou contar que Eduardo Siqueira me manteve bloqueada no seu Twitter e Instagram por anos. Até mesmo no WhatsApp. Eu não pude acompanhar nas suas redes sociais o quadro de saúde do pai dele e não consegui pegar um avião a tempo em Santa Catarina para me despedir de Siqueira Campos.

ATENDEU

Apenas agora, no dia 04 de julho deste ano, na missa de aniversário de um 01 da morte do grande líder Siqueira Campos, que fui pedir ao Eduardo Siqueira para ele me desbloquear das suas redes sociais, a fim de que eu pudesse acompanhar a sua campanha eleitoral. E ele me atendeu.

PERMANEÇO

Outro grande "democrata", grande "líder" do Tocantins que me bloqueou nas suas redes sociais já em 2013, primeiro ano do seu mandato na prefeitura de Palmas, foi o Carlos Amastha. E permaneço bloqueada até agora nesse minuto.

NÃO MARCO

E todos sabem que nas redes eu não marco nenhum político no momento que eu publico algo sobre ele. Se o fulano quiser saber, que me siga ou que saiba pelos outros. E muito menos bato boca. Por isso, nem há necessidade de me bloquearem. É o excesso de "democracia" desses hipócritas!

SALTO ALTO

Tem muitos candidatos a prefeito no Tocantins, principalmente os que já estão no cargo e vão à reeleição, que estão de salto alto e já pensando na roupa que irão usar na posse. Na verdade, o jogo começou a ser jogado de verdade, agora, depois das convenções. E tem que esperar o apito final.

VEREADOR

O médico Vinicius Pires, está concorrendo a uma vaga de vereador em Palmas. Formado pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Dr. Vinicius foi o primeiro cardiologista formado pela instituição.

FAMÍLIA

Ele é filho de Raimundo Boi e Warner Pires, figuras proeminentes na política e na história de Palmas e do Tocantins. Raimundo Boi desempenhou papéis significativos na criação do estado e na administração pública, enquanto Warner Pires atuou como vereadora e suporte essencial em diversas campanhas e gestões.

ENFRENTOU

Durante a pandemia de COVID-19, Vinicius Pires denunciou falhas graves na gestão do Hospital Geral de Palmas (HGP), evidenciando a mistura de pacientes infectados e não infectados, o que resultou em sua demissão como plantonista da sala vermelha. Essa postura refletiu seu empenho em defender o sistema de saúde.

PROPOSTAS

Suas propostas para a Câmara Municipal incluem a estruturação adequada da saúde, a criação de novas carreiras médicas e da saúde, e a construção de novos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) para atender à demanda crescente e desafogar os existentes. Ele também pretende desenvolver o apoio matricial e lutar pela criação de um Mercado Municipal.

SEFAZ

O agora ex-secretário da Fazenda do governo do Tocantins, Júlio Edstron já deveria ter deixado o cargo há muito tempo. Teve vários problemas na pasta, um deles pagar aluguel do anexo vazio por mais de um ano da Sefaz, além de atritos diversos com outros membros do governo.

DESPERDÍCIO

O dinheiro do governo do Tocantins (aliás, do povo) desperdiçado pela Sefaz, que pagava R$ 130 mil por mês por um prédio que ficou vazio mais de um ano foi tema de reportagem do Jornal Primeira Página em março deste ano.

QUEM INDICOU

Na verdade, era até estranha a permanência do Júlio Edstron na secretaria da Fazenda do governo do Tocantins, e deve ter sido mais por conta de quem o indicou para o cargo, que teria sido o presidente do Tribunal de Contas do Estado, o conselheiro André Matos.

FISCALIZAR

Outro que também foi indicado pelo André Matos, foi exonerado junto com o Júlio, foi presidente da Agência de Mineração do Tocantins (Ameto), general Marco Martin. A cena pública brasileira tem esses desvios, já que o TCE tem que fiscalizar e não apontar nomeações ao governo.

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