Sangue vermelho

A petista e ex-senadora Kátia Abreu, derrotada pelo eleitor do Tocantins, nas duas ultimas vezes em que disputou eleições, como todo “cumpanheiro”, tem que lavar a boca antes de falar a palavra democracia, assim como seu amiguinho Lula. Após Jorge Messias ter o nome rejeitado no Senado Federal, Kátia publicou no X, que “o sangue vermelho vai ferver (que foram interpretados como ameaças) e que a “democracia”, deve sempre ser respeitada”.

Repercussão

Centenas de comentários foram e estão sendo feitos na publicação da ex-senadora, questionando se é uma ameaça mesmo, e se a democracia só serve quando atende os interesses dos que tem o “sangue vermelho”, como o dela.

Rejeição

Kátia Abreu estava pronta para festejar ver mais um “cumpanheiro” da petralhada, Jorge Messias, tornar-se ministro do Supremo Tribunal Federal. Com a rejeição, ela indignou-se com a liberdade e o exercício da autonomia e das prerrogativas do Senado Federal - finalmente - no sistema de freios e contrapesos, garantidos pela Constituição Federal.

Votação

Ora, a votação dos senadores, nesta quarta-feira, 29 de abril, rejeitando o nome do indicado pelo presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal, o Jorge Messias, foi exatamente o símbolo maior de uma democracia representativa. Com certeza, o povo brasileiro não ia querer ver mais um “compadre” do Lula virar ministro do STF, depois do Cristiano Zanin e do Flávio Dino.

Acusação

Tudo isso enquanto a própria Corte Suprema está ainda mergulhada na tarefa de oprimir e reprimir as liberdades dos cidadãos, e nos escândalos bilionários de corrupção, como no caso do Banco Master. Os senadores que votaram contra a indicação captaram o sentimento do povo brasileiro.

Democracia

A democracia falada por Katia Abreu está exatamente cambaleando no Brasil, porque o Supremo Tribunal Federal, junto com o presidente Lula, estão tentando implantar um totalitarismo-oligárquico, do qual Kátia está muito ansiosa para participar.

Eleições

Tudo indica que o filho da ex-parlamentar, o senador Irajá Abreu, deve perder a reeleição no Tocantins neste ano. Qual será a reação da Kátia frente a mais essa derrota da família? Oportunista, como ela sempre foi na sua carreira, desde a forma como iniciou os seus passos, e ser vira-casaca de acordo com a conveniência - fatos notórios - por via das dúvidas então, Kátia resolveu lançar um segundo filho, o Iratã Abreu, candidato a deputado federal.

Família

Detalhe: cada filho da Kátia está em uma chapa majoritária diferente. Pode ser que Iratã Abreu obtenha mesmo sucesso na empreitada, já que a eleição proporcional, como de deputado federal, é mais fácil, porque o dinheiro é o principal combustível da vitória ou da derrota.

Confronto

Finalizando, só para lembrar à ex-senadora Katia Abreu, que se o Senado Federal realmente estivesse disposto a exercer as suas prerrogativas - como ocorre em um verdadeiro Estado Democrático de Direito - alguns ministros do Supremo Tribunal Federal já teriam sofrido impeachment.

Impeachment

Assim como se a Câmara dos Deputados também decidisse, já teria autorizado a abertura de impeachment contra o presidente amiguinho dela, o Luiz Inácio Lula da Silva. Vários pedidos já foram protocolizados nesse sentido, e motivos não faltam.

CRM-TO

O CRM-TO se posicionou contra a abertura do curso de Medicina da UNIRG em Colinas, apontando falta de estrutura adequada e alertando que a expansão sem planejamento coloca em risco a população e os futuros estudantes, sem resolver os problemas de saúde do estado. Mesmo com parecer contrário do conselho, o Conselho Estadual de Saúde autorizou o processo.

Nota CRM-TO

Em nota o Conselho Regional de Medicina do Tocantins aponta três fatores para não aprovar a abertura do curso de medicina na UNIRG de Colinas do Tocantins principais motivos apontados pelo CRM-TO foram;

Falta de estrutura física

Falta de estrutura física: o prédio destinado à Faculdade de Medicina da UNIRG em Colinas está inacabado, o que inviabiliza qualquer parecer técnico favorável para funcionamento do curso.

Rede hospitalar insuficiente

Rede hospitalar insuficiente: o Hospital Municipal possui apenas 70 leitos, número abaixo do exigido pelo MEC para um curso com previsão de 120 alunos por ano, além da inexistência de espaço para ampliação.

Equipe especializada

Ausência de equipe especializada: ambulatório e pronto-socorro não contam com equipe completa de especialidades, dificultando a formação adequada dos estudantes e a composição de um corpo docente compatível com as exigências de um curso de Medicina

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