Assembleia homologa 50% das vagas de concurso e mantém mais de 2.000 comissionados
A polêmica envolvendo o concurso público da Assembleia Legislativa do Tocantins (ALETO), organizado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), ganhou novos capítulos após a Comissão dos Aprovados manifestar publicamente sua discordância em relação à decisão do presidente da Casa, Amélio Cayres.
Durante a homologação do certame, Cayres anunciou que apenas metade dos aprovados seriam convocados para assumir os cargos, medida que contraria o edital e levanta questionamentos sobre a necessidade de reduzir as contratações em um cenário onde a Assembleia mantém mais de 2.000 servidores comissionados.
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