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	<title>Jornal Primeira Página</title>
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	<description>Fundado em 1985</description>
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	<title>Jornal Primeira Página</title>
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	<item>
		<title>Servidor é condenado porque seria “fantasma” ao acumular cargos públicos no Tocantins</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/servidor-e-condenado-por-acumular-cargos-publicos-de-forma-irregular-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:39:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="740" height="414" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564.webp 740w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564-350x196.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564-150x84.webp 150w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></div>
<p>A Justiça condenou um servidor público do Tocantins por acumular, de forma irregular, dois cargos públicos nos municípios de Ipueiras e Santa Rosa do Tocantins, na região central do estado. A decisão atende a uma ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) após investigação sobre incompatibilidade de horários entre os empregos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="740" height="414" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564.webp 740w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564-350x196.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/IMG_8564-150x84.webp 150w" sizes="(max-width: 740px) 100vw, 740px" /></div><p><span style="font-weight: 400;">A Justiça condenou um servidor público do Tocantins por acumular, de forma irregular, dois cargos públicos nos municípios de Ipueiras e Santa Rosa do Tocantins, na região central do estado. A decisão atende a uma ação por improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) após investigação sobre incompatibilidade de horários entre os empregos exercidos pelo servidor em 2022.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a decisão, o homem recebia salário como vigia em Ipueiras e também atuava como motorista escolar em Santa Rosa do Tocantins. A Justiça entendeu que os horários das funções  e a distância eram incompatíveis e determinou a devolução dos valores recebidos pelo cargo de motorista durante o período da irregularidade, com correção monetária e juros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do ressarcimento, o servidor perdeu o cargo de motorista escolar em Santa Rosa do Tocantins e teve os direitos políticos suspensos por seis anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sentença também determina pagamento de multa equivalente ao valor recebido indevidamente e proíbe o condenado de contratar com o poder público ou receber benefícios e incentivos públicos pelo mesmo período.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda cabe recurso da decisão.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Engenheiro especialista afirma que pontes como a de Pedro Afonso deveriam ter vida útil de até 100 anos</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/engenheiro-especialista-afirma-que-pontes-como-a-de-pedro-afonso-deveriam-ter-vida-util-de-ate-100-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:33:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="906" height="477" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843.webp 906w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843-350x184.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843-150x79.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843-768x404.webp 768w" sizes="(max-width: 906px) 100vw, 906px" /></div>
<p>A interdição da Ponte Prefeito Leôncio Miranda (avô do ex-governador Marcelo Miranda) entre Pedro Afonso e Tupirama, na BR-235, reacendeu o debate sobre manutenção de pontes no Brasil e levantou questionamentos sobre as condições estruturais da obra inaugurada há menos de 20 anos no Tocantins. Construída durante o governo Marcelo Miranda ao custo de quase [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="906" height="477" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843.webp 906w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843-350x184.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843-150x79.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-tela-2026-05-26-172843-768x404.webp 768w" sizes="(max-width: 906px) 100vw, 906px" /></div><p data-start="109" data-end="403">A interdição da Ponte Prefeito Leôncio Miranda (avô do ex-governador Marcelo Miranda) entre Pedro Afonso e Tupirama, na BR-235, reacendeu o debate sobre manutenção de pontes no Brasil e levantou questionamentos sobre as condições estruturais da obra inaugurada há menos de 20 anos no Tocantins.</p>
<p data-start="405" data-end="875">Construída durante o governo Marcelo Miranda ao custo de quase R$ 100 milhões, a ponte, que é federal por fazer parte de um trecho da rodovia federal administrada e fiscalizada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), foi totalmente interditada na última quarta-feira, 20 de maio, após equipes técnicas identificarem fissuras, trincas e sinais de subsidência na estrutura. A ponte foi inaugurada com uma grande festa em 21 de dezembro de 2007.</p>
<p data-start="405" data-end="875"><strong>Leia mais sobre o assunto:</strong></p>
<p data-start="405" data-end="875"><a href="https://jornalprimeirapaginato.com/presidente-do-sindicato-rural-de-pedro-afonso-afirma-que-regiao-vive-retrocesso-com-interdicao-da-ponte/">Presidente do Sindicato Rural de Pedro Afonso afirma que região vive retrocesso com interdição da ponte</a></p>
<p data-start="405" data-end="875"><a href="https://jornalprimeirapaginato.com/ponte-de-r-100-milhoes-inaugurada-por-marcelo-miranda-e-interditada-antes-de-completar-20-anos-no-tocantins/">Ponte de R$ 100 milhões inaugurada por Marcelo Miranda é interditada antes de completar 20 anos no Tocantins</a></p>
<p data-start="405" data-end="875"><a href="https://jornalprimeirapaginato.com/apos-interdicao-de-ponte-pedro-afonso-enfrenta-travessias-de-barco-rotas-mais-longas-e-temor-por-desabastecimento/">Após interdição de ponte, Pedro Afonso enfrenta travessias de barco, rotas mais longas e temor por desabastecimento</a></p>
<p data-start="877" data-end="1173">Para o engenheiro civil e engenheiro de segurança do trabalho Fábio Ribeiro, doutor em Ciências do Ambiente, mestre em Engenharia Civil e especialista em patologia das estruturas e tecnologia do concreto, uma ponte desse porte deveria ter vida útil muito superior aos 18 anos atuais da estrutura.</p>
<p data-start="1175" data-end="1453">Segundo o professor da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), a norma brasileira prevê vida útil mínima de 50 anos para estruturas de concreto armado. No caso de pontes, porém, o período projetado costuma ser ainda maior devido ao alto impacto econômico e social dessas obras.</p>
<blockquote>
<p data-start="1455" data-end="1635">“Como as pontes são obras de extrema importância e de custo muito elevado, os projetistas costumam trabalhar com vida útil entre 75 e 100 anos”, explicou ao <em>Jornal Primeira Página.</em></p>
</blockquote>
<figure id="attachment_66056" aria-describedby="caption-attachment-66056" style="width: 350px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-66056 size-medium" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-23-at-15.00.54-350x257.webp" alt="" width="350" height="257" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-23-at-15.00.54-350x257.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-23-at-15.00.54-150x110.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-23-at-15.00.54-86x64.webp 86w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-23-at-15.00.54.webp 440w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-66056" class="wp-caption-text">Engenheiro civil e de segurança do trabalho Fábio Ribeiro</figcaption></figure>
<p data-start="1637" data-end="1799">De acordo com o engenheiro, uma ponte desse porte não deveria precisar de uma interdição estrutural severa antes mesmo de completar duas décadas de funcionamento.</p>
<blockquote>
<p data-start="1801" data-end="1937">“Uma ponte com menos de 20 anos não é para ter problemas estruturais que levem à sua interdição completa por um longo período”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p data-start="1939" data-end="2068">Fábio Ribeiro explicou ainda que fissuras e trincas em elementos estruturais nunca são consideradas normais dentro da engenharia.</p>
<p data-start="2070" data-end="2226">“Fissuras e trincas nunca são normais. Elas são classificadas como manifestações patológicas, ainda mais quando aparecem em elementos estruturais”, afirmou.</p>
<p data-start="2228" data-end="2347">Segundo ele, o grau de risco depende das causas, da profundidade e da localização dos danos identificados na estrutura.</p>
<h4 data-section-id="194xvrt" data-start="2349" data-end="2371"><strong>Falta de manutenção</strong></h4>
<p data-start="2373" data-end="2481">O especialista afirmou que a ausência de manutenção preventiva em pontes é um problema recorrente no Brasil.</p>
<p data-start="2483" data-end="2640">“O grande problema é que no Brasil simplesmente não se faz manutenção de pontes. Espera-se acontecer uma tragédia para que as coisas comecem a andar”, disse.</p>
<p data-start="2642" data-end="2896">Ele citou como exemplo o desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Tocantins e Maranhão, e também o caso da antiga ponte de Porto Nacional, que precisou ter o tráfego de caminhões interrompido antes da construção de uma nova estrutura.</p>
<p data-start="2898" data-end="3084">Segundo Fábio Ribeiro, problemas estruturais podem ter diferentes causas, incluindo falhas de projeto, erros de execução, uso inadequado de materiais ou ausência de manutenção periódica.</p>
<h4 data-section-id="1aibkon" data-start="3086" data-end="3110"><strong>Interdição preventiva</strong></h4>
<p data-start="3112" data-end="3271">Apesar das preocupações, o engenheiro afirmou que ainda não é possível concluir se existe risco iminente de desabamento na ponte entre Pedro Afonso e Tupirama.</p>
<p data-start="3273" data-end="3412">Segundo ele, as informações divulgadas até agora indicam uma interdição preventiva para permitir uma avaliação mais detalhada da estrutura.</p>
<blockquote>
<p data-start="3414" data-end="3567">“O que eu entendi é que essa interdição agora é preventiva, justamente para fazer uma análise mais detalhada e não correr nenhum tipo de risco”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p data-start="3569" data-end="3713">O especialista explicou que apenas uma perícia técnica detalhada poderá indicar a gravidade dos danos e definir quais medidas serão necessárias.</p>
<p data-start="3715" data-end="3878">“Só após um diagnóstico técnico será possível saber quais intervenções precisam ser feitas, quanto tempo isso vai levar e qual será o custo da recuperação”, disse.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Polarização</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/polarizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Deborah de Medeiros]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:19:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sandra Miranda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalprimeirapaginato.com/?p=66052</guid>

					<description><![CDATA[<p>Tem setores da direita que estão torcendo o nariz para o Flávio Bolsonaro. Mas a pergunta é: existe algum santo no cabaré da política brasileira? É querer demais que algum candidato capaz de derrotar o Lula &#8211; o maior ladrão da história, tenha que ser santo, virgem e puro. Ora, senhores, vamos acordar! A realidade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tem setores da direita que estão torcendo o nariz para o Flávio Bolsonaro. Mas a pergunta é: existe algum santo no cabaré da política brasileira? É querer demais que algum candidato capaz de derrotar o Lula &#8211; o maior ladrão da história, tenha que ser santo, virgem e puro. Ora, senhores, vamos acordar! A realidade é dura mesmo! Ou vocês estão é torcendo para que o PT continue destruindo o que ainda resta do Brasil?</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Superlotação</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/superlotacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Miranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:18:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sandra Miranda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalprimeirapaginato.com/?p=66050</guid>

					<description><![CDATA[<p>Enquanto Palmas celebrava seus 37 anos, no dia 20 de maio, o Hospital Geral de Palmas (HGP) enfrentava um cenário de superlotação. Pacientes seguiam acomodados em macas e cadeiras nos corredores da unidade, enquanto acompanhantes aguardam em pé. Reclamações sobre a situação vêm sendo registradas desde o fim de abril.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto Palmas celebrava seus 37 anos, no dia 20 de maio, o Hospital Geral de Palmas (HGP) enfrentava um cenário de superlotação. Pacientes seguiam acomodados em macas e cadeiras nos corredores da unidade, enquanto acompanhantes aguardam em pé. Reclamações sobre a situação vêm sendo registradas desde o fim de abril.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investigação</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/investigacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Miranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:16:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sandra Miranda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã da quinta-feira, 21 de maio, a Operação Falsa Emergência para investigar possíveis irregularidades envolvendo a formalização de parceria na área da saúde em Palmas. A ação foi conduzida pela Divisão Especializada de Repressão à Corrupção e cumpriu dez mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã da quinta-feira, 21 de maio, a Operação Falsa Emergência para investigar possíveis irregularidades envolvendo a formalização de parceria na área da saúde em Palmas. A ação foi conduzida pela Divisão Especializada de Repressão à Corrupção e cumpriu dez mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Atraso</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/atraso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Miranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sandra Miranda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após prometer a inauguração do primeiro lar público para idosos de Palmas ainda em março deste ano, a Prefeitura de Palmas não divulgou uma nova previsão para a entrega da Casa Girassol de Acolhimento, unidade destinada ao acolhimento institucional de idosos em situação de vulnerabilidade social. A capital tocantinense, fundada há 37 anos, ainda não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após prometer a inauguração do primeiro lar público para idosos de Palmas ainda em março deste ano, a Prefeitura de Palmas não divulgou uma nova previsão para a entrega da Casa Girassol de Acolhimento, unidade destinada ao acolhimento institucional de idosos em situação de vulnerabilidade social. A capital tocantinense, fundada há 37 anos, ainda não conta com uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) pública própria.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Interdição</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/interdicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Miranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:14:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sandra Miranda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inaugurada em dezembro de 2007 como símbolo de desenvolvimento e integração econômica no Tocantins, a Ponte Prefeito Leôncio Miranda, sobre o rio Tocantins, entre Pedro Afonso e Tupirama, que é federal por fazer parte de um trecho da rodovia federal BR-235, administrada e fiscalizada pelo DNIT, foi totalmente interditada nesta semana após a identificação de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Inaugurada em dezembro de 2007 como símbolo de desenvolvimento e integração econômica no Tocantins, a Ponte Prefeito Leôncio Miranda, sobre o rio Tocantins, entre Pedro Afonso e Tupirama, que é federal por fazer parte de um trecho da rodovia federal BR-235, administrada e fiscalizada pelo DNIT, foi totalmente interditada nesta semana após a identificação de fissuras, novas trincas e subsidência na estrutura. A obra, construída durante o governo Marcelo Miranda e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao custo de quase R$ 100 milhões, ainda não completou 20 anos.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Retrocesso</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/retrocesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Miranda]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 20:13:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sandra Miranda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://jornalprimeirapaginato.com/?p=66038</guid>

					<description><![CDATA[<p>Duas das principais pontes federais do Tocantins seguem interditadas após avaliações estruturais realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A estrutura da BR-235, entre Pedro Afonso e Tupirama (interditada desde 20/5), inaugurada no governo de Marcelo Miranda em 2007 ao custo de quase R$100 milhões, e a da BR-230, entre Araguatins (TO) e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas das principais pontes federais do Tocantins seguem interditadas após avaliações estruturais realizadas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A estrutura da BR-235, entre Pedro Afonso e Tupirama (interditada desde 20/5), inaugurada no governo de Marcelo Miranda em 2007 ao custo de quase R$100 milhões, e a da BR-230, entre Araguatins (TO) e Palestina do Pará (PA) (interditada desde 14/5), foram fechadas após a identificação de riscos estruturais, impactando diretamente o transporte de moradores, cargas e mercadorias. Regressão total. As balsas retornaram. Vergonha.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim da escala 6&#215;1 avança no Congresso e divide bancada do Tocantins</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/fim-da-escala-6x1-avanca-no-congresso-e-divide-bancada-do-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Clarissa Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 19:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estado]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="668" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3.webp 1024w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-350x228.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-150x98.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-768x501.webp 768w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-210x136.webp 210w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></div>
<p>A proposta que prevê o fim da escala 6&#215;1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais ganhou força no Congresso Nacional e deve avançar nos próximos dias. A comissão especial da Câmara dos Deputados responsável pelo tema realiza, nesta terça-feira (26), mais uma rodada de debates com sindicatos e movimentos sociais. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1024" height="668" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3.webp 1024w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-350x228.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-150x98.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-768x501.webp 768w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Colagem-3-210x136.webp 210w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></div><p><span style="font-weight: 400;">A proposta que prevê o fim da escala 6&#215;1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais ganhou força no Congresso Nacional e deve avançar nos próximos dias. A comissão especial da Câmara dos Deputados responsável pelo tema realiza, nesta terça-feira (26), mais uma rodada de debates com sindicatos e movimentos sociais. Já a votação do texto que defende a redução da jornada, sem diminuição salarial e com dois dias de descanso por semana, está prevista para quarta-feira (27).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto apresentado pelo deputado Leo Prates (Republicanos) propõe jornada semanal de 40 horas, sem redução salarial, e dois dias de descanso por semana, sendo um preferencialmente aos domingos. A mudança ocorreria de forma gradual: 60 dias após a promulgação da PEC, a carga cairia para 42 horas e, após 12 meses, chegaria às 40 horas semanais.</span></p>
<h3><b>Debate no Tocantins</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os deputados federais do Tocantins, parte da bancada se posicionou favoravelmente à flexibilização da proposta ou à ampliação do prazo para implantação da nova jornada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os deputados Alexandre Guimarães (MDB), Antônio Andrade (PSDB), Eli Borges (Republicanos) e Filipe Martins (PL) aparecem entre os parlamentares alinhados a propostas que tentam desacelerar ou modificar a implantação do fim da escala 6&#215;1, mas com diferenças entre as posições.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alexandre Guimarães e Antônio Andrade aparecem mais ligados à defesa da flexibilização da proposta. Isso significa apoiar mudanças no texto para permitir uma adaptação mais ampla das empresas, com regras diferenciadas para alguns setores e uma transição mais longa para a redução da jornada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já Eli Borges e Filipe Martins aparecem mais associados a posições de adiamento ou maior cautela na tramitação da PEC. Na prática, isso envolve ampliar o tempo de discussão da proposta, retardar a votação ou defender que a mudança não seja implementada rapidamente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já os deputados Ricardo Ayres (Republicanos) e Carlos Henrique Gaguim (UB) se posicionaram de forma mais clara favoravelmente ao fim da escala 6&#215;1.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os deputados Tiago Dimas (Podemos) e Vicentinho Júnior (Progressistas) ainda não tiveram posicionamentos amplamente divulgados sobre o tema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os senadores tocantinenses, até o momento não há posicionamento público consolidado sobre a proposta. Permanecem sem manifestação clara os senadores Eduardo Gomes (PL), Irajá (PSD) e Dorinha Seabra (UB).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O tema também começou a mobilizar movimentos sociais e sindicatos no Estado. O “Movimento Tocantins pelo Fim da Escala 6&#215;1”, organizado pelo coletivo Somos, já ultrapassou mil assinaturas em um abaixo-assinado digital em defesa da redução da jornada de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins (Sintet) também declarou apoio público à proposta, defendendo mais tempo de descanso e qualidade de vida para os trabalhadores. Porém, até o momento, sindicatos maiores ligados ao comércio, saúde e transporte ainda não apresentaram posicionamento oficial sobre o tema.</span></p>
<h3><b>Proposta mira na produtividade e qualidade de vida</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o governo federal, a proposta dialoga com mudanças recentes na economia, como avanço tecnológico, reorganização das relações de trabalho e ganhos de produtividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o governo afirma que jornadas mais equilibradas podem reduzir afastamentos, melhorar o desempenho dos trabalhadores e diminuir a rotatividade nas empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O comunicado também cita experiências internacionais. O Chile aprovou redução gradual da jornada de 45 para 40 horas semanais até 2029. Já a Colômbia está reduzindo a carga horária de 48 para 42 horas até 2026.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Europa, países como França, Alemanha e Holanda já trabalham com jornadas iguais ou inferiores a 40 horas semanais.</span></p>
<h3><b>Empresários pressionam por prazo maior</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Enquanto movimentos sociais e sindicatos defendem a aprovação rápida do fim da escala 6&#215;1, representantes do setor empresarial tentam ampliar o prazo de transição para a redução da jornada de trabalho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e entidades empresariais argumentam que a mudança para 40 horas semanais pode aumentar custos operacionais, afetar contratações e exigir reorganização interna das empresas, principalmente nos setores de comércio, serviços e pequenas empresas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O texto apresentado pelo relator prevê uma transição considerada curta pelo empresariado. Pela proposta, a jornada cairia para 42 horas semanais apenas 60 dias após a promulgação da PEC e, um ano depois, passaria definitivamente para 40 horas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresários defendem um prazo maior, de até quatro anos, para adaptação gradual. A proposta do setor prevê redução de uma hora por ano até atingir o novo limite. Segundo representantes empresariais, isso daria mais tempo para reorganização das escalas, contratação de funcionários e adaptação financeira das empresas.</span></p>
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		<title>A terra que dá forma à arte: como a demarcação garante o empreendedorismo ancestral no Tocantins</title>
		<link>https://jornalprimeirapaginato.com/a-terra-que-da-forma-a-arte-como-a-demarcacao-garante-o-empreendedorismo-ancestral-no-tocantins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Manoel Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:25:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boca do Povo]]></category>
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					<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1080" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1.webp 1920w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-350x197.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-1024x576.webp 1024w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-150x84.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-768x432.webp 768w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-1536x864.webp 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div>
<p>Manoel Júnior &#8211; Repórter Fotográfico PALMAS (TO) &#8211; No Brasil, a arte nativa não nasce em prateleiras, mas do manejo ecológico de ecossistemas protegidos. A demarcação de terras indígenas consolida-se hoje não apenas como uma garantia jurídica, mas como a principal salvaguarda para o desenvolvimento de um modelo único de empreendedorismo sustentável. No Tocantins, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="1920" height="1080" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1.webp" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1.webp 1920w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-350x197.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-1024x576.webp 1024w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-150x84.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-768x432.webp 768w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-ldeia-Txuri-Etnia-Javae-Formoso-do-Araguaia-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-4.JPG-1-1536x864.webp 1536w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></div><p data-start="136" data-end="445"><em>Manoel Júnior &#8211; Repórter Fotográfico</em></p>
<p data-start="136" data-end="445">PALMAS (TO) &#8211; No Brasil, a arte nativa não nasce em prateleiras, mas do manejo ecológico de ecossistemas protegidos. A demarcação de terras indígenas consolida-se hoje não apenas como uma garantia jurídica, mas como a principal salvaguarda para o desenvolvimento de um modelo único de empreendedorismo sustentável.</p>
<p data-start="447" data-end="799">No Tocantins, a correlação entre a posse do território e a autonomia financeira ganha contornos práticos na rotina de etnias como os Krahô, Xerente, Karajá e Javaé. Para esses povos, a floresta e o Cerrado funcionam como ateliês vivos e bases produtivas de uma economia circular real, onde o lucro nunca se sobrepõe ao ciclo de regeneração da natureza.</p>
<h4 data-start="801" data-end="817"><strong>Engenharia verde</strong></h4>
<p data-start="819" data-end="1270">A engenharia verde que move esse mercado ancestral baseia-se em regras rígidas de extração e conservação das matérias-primas. Os artesãos dominam técnicas sazonais: as fibras de palmeiras como o buriti são retiradas apenas do broto para preservar a planta; os cipós são coletados sem agredir as árvores-mãe; e o capim-dourado possui um calendário restrito de colheita, permitida apenas entre setembro e novembro para garantir a dispersão das sementes.</p>
<figure id="attachment_66022" aria-describedby="caption-attachment-66022" style="width: 668px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-66022" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1-350x233.webp" alt="" width="668" height="445" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1-350x233.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1-1024x682.webp 1024w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1-150x100.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1-768x512.webp 768w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1-1536x1023.webp 1536w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1-450x300.webp 450w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1.webp 1600w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /><figcaption id="caption-attachment-66022" class="wp-caption-text">Festa Hetohoky Javaé Aldeia Boto Velho &#8211; foto: Manoel Júnior</figcaption></figure>
<p data-start="1272" data-end="1477">Essa mesma lógica preserva as argilas limpas dos rios e os insumos botânicos — como o urucum, o jenipapo e o açafrão da terra — que dão a identidade visual às peças sem gerar passivos químicos ou poluição.</p>
<h4 data-start="1479" data-end="1495"><strong>Festas culturais</strong></h4>
<p data-start="1497" data-end="1926">Dentro dos territórios, o motor mais potente desse ecossistema empreendedor e o principal catalisador de novos negócios são as grandes festas culturais. Rituais tradicionais de enorme magnitude — como o Hetohoky dos Karajá, o Hèrèrawo dos Javaé e o Ketuwayê dos Krahô — deixaram de ser vistos apenas como manifestações espirituais e passaram a figurar como plataformas fundamentais de ativação econômica e comercialização direta.</p>
<figure id="attachment_66015" aria-describedby="caption-attachment-66015" style="width: 663px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-66015" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Cerimonia-da-Hibernacao-Kraho-Aldeia-Cachoeira-Goiatins-Brasil-fotos-MANOEL-JUNIOR-3.JPG.jpeg" alt="" width="663" height="442" /><figcaption id="caption-attachment-66015" class="wp-caption-text">Cerimonia da Hibernação Krahô Aldeia Cachoeira Goiatins Brasil. &#8211; foto: Manoel Júnior</figcaption></figure>
<h4 data-start="1928" data-end="1942"><strong>Vitrines vivas</strong></h4>
<p data-start="1944" data-end="2454">Nessas celebrações, que atraem turistas, pesquisadores e indigenistas, o artesanato assume um papel dinâmico: ornamentos plumários, trançados preciosos e cerâmicas utilitárias vestem os corpos e decoram os espaços sagrados, gerando um fluxo imediato de capital que irriga a economia interna das aldeias. Mais do que uma feira efêmera, a festa atua como um incubador de negócios porque impõe uma exigência mercadológica vital: as novas gerações são incentivadas a dominar as técnicas de confecção dos artefatos.</p>
<p data-start="2456" data-end="2699">O patrimônio imaterial é transformado, assim, em ativo econômico renovável, blindando o conhecimento contra o esquecimento e garantindo que a autonomia financeira da comunidade nasça e cresça atrelada à sua própria identidade e orgulho étnico.</p>
<figure id="attachment_66018" aria-describedby="caption-attachment-66018" style="width: 668px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-66018" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-350x233.webp" alt="" width="668" height="444" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-350x233.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1024x682.webp 1024w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-150x100.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-768x512.webp 768w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-1536x1023.webp 1536w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36-450x300.webp 450w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-26-at-13.49.36.webp 1600w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /><figcaption id="caption-attachment-66018" class="wp-caption-text">Hèrèrawo é uma festa de iniciação de jovens ( jyrès) Aldeia Canuanã Formoso do Araguaia. &#8211; foto: Manoel Júnior</figcaption></figure>
<h4 data-start="2701" data-end="2720"><strong>Atuação estratégica</strong></h4>
<p data-start="2722" data-end="3211">Fora das fronteiras indígenas, a estruturação dessa cadeia ganhou musculatura com a atuação estratégica do <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Sebrae</span></span> no Tocantins, que integra um esforço nacional responsável por impulsionar o mercado de mais de 15 mil artesãos de povos tradicionais. Por meio de capacitações focadas em gestão, design e precificação de custos, a entidade passou a fomentar o empreendedorismo feminino indígena, conectando a sabedoria secular a ferramentas modernas de negócios.</p>
<p data-start="3213" data-end="3626" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Centradas no município de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tocantínia</span></span> e no polo regional de <span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Palmas</span></span>, as formações atenderam diretamente grupos como as artesãs Xerente da Associação Indígena Akwê Ktekakâ. O objetivo central é ensinar as comunidades a calcular seus custos reais e organizar a produção coletiva, eliminando os atravessadores que historicamente sufocavam o lucro das famílias.</p>
<figure id="attachment_66017" aria-describedby="caption-attachment-66017" style="width: 696px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-66017" src="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-Aldeia-Canuana-Formoso-do-Araguaia-fotos-MANOEL-JUNIOR-2.JPG-1-350x197.webp" alt="" width="696" height="392" srcset="https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-Aldeia-Canuana-Formoso-do-Araguaia-fotos-MANOEL-JUNIOR-2.JPG-1-350x197.webp 350w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-Aldeia-Canuana-Formoso-do-Araguaia-fotos-MANOEL-JUNIOR-2.JPG-1-1024x576.webp 1024w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-Aldeia-Canuana-Formoso-do-Araguaia-fotos-MANOEL-JUNIOR-2.JPG-1-150x84.webp 150w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-Aldeia-Canuana-Formoso-do-Araguaia-fotos-MANOEL-JUNIOR-2.JPG-1-768x432.webp 768w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-Aldeia-Canuana-Formoso-do-Araguaia-fotos-MANOEL-JUNIOR-2.JPG-1-1536x864.webp 1536w, https://jornalprimeirapaginato.com/wp-content/uploads/2026/05/Hererawo-e-uma-festa-de-iniciacao-de-jovens-jyres-Aldeia-Canuana-Formoso-do-Araguaia-fotos-MANOEL-JUNIOR-2.JPG-1.webp 1920w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><figcaption id="caption-attachment-66017" class="wp-caption-text">Hèrèrawo é uma festa de iniciação de jovens ( jyrès) Aldeia Canuanã Formoso do Araguaia. &#8211; foto: Manoel Júnior</figcaption></figure>
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