QUEM?

Aliás, esse mesmo professor contou para os alunos a seguinte situação, que diferencia bem um país de outro: Na Inglaterra, se alguém chega numa roda de conversa e fala que fulano foi assassinado, todos vão perguntar: Quem? Quem matou?

POR QUÊ?

Na América Latina, e no Brasil, especificamente, se alguém chega numa roda de conversa e fala que fulano foi assassinado, todos vão perguntar: Por quê? Por que fulano foi morto? Ou seja, enquanto na Inglaterra interessa saber quem foi o autor para que seja aplicada a devida punição, por aqui interessa saber a razão do autor, o que é meio caminho para justificar o seu ato, e na maioria das vezes, não aplicar punição.

VÍTIMA

A justificativa do ato do criminoso, inverte as coisas e torna ele a vítima, e não quem perdeu a vida. Se a situação não mudar, prevejo um futuro sombrio em relação à violência no Brasil, a ponto do país poder entrar em convulsão social.

ESQUERDA

E quem adora vitimismo, é claro, é o povo da esquerda, especialmente os políticos, que na verdade apenas encontraram nisso e em tantas outras situações, uma forma de chegar ao poder - apenas chegar ao poder, que no fundo é só o lhes interessa, fazendo milhões de eleitores que não tem uma compreensão maior caírem como patinhos.

SEM MENCIONAR

Por falar nisso, assim como foi muito acertada a decisão de grande parte da imprensa nacional em não dar destaque para o psicopata que invadiu a creche em Blumenau, não falando no seu nome, não mostrando foto e vídeos dele, nos casos que se seguiram, com os ataques em escolas por parte de pré-adolescentes, acho que não deveriam mencionar que os autores eram alvo de bullyng. Sofrer bullyng não dá a ninguém o direito de tirar a vida dos outros, não justifica e não explica.

PESQUISA APLICATIVOS

A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) e o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) realizaram a pesquisa inédita "Mobilidade urbana e logística de entregas: Um panorama sobre o trabalho de motoristas e entregadores com aplicativos".

UBER E IFOOD

Os pesquisadores tiveram acesso a registros administrativos das empresas associadas à Amobitec (99, iFood, Uber e Zé Delivery) sobre o ganho dos trabalhadores e a quantidade de horas realizando viagens ou entregas no Brasil.

RENDA

A renda líquida média - descontando os custos de manutenção do veículos - dos motoristas varia entre R$ 2.925 e R$ 4.756 e, para os entregadores, entre R$ 1.980 e R$ 3.039, estimando uma jornada de 40 horas semanais, como a da maioria dos trabalhadores de carteira assinada. Ser motorista ouentregador de aplicativos já é fonte de renda de 1,660 milhão de pessoas no Brasil, sendo 1.274.281 motoristas e 385.742 entregadores.

JORNADA

Segundo a pesquisa, os motoristas trabalham em média entre 22 e 31 horas semanais, enquanto a jornada dos entregadores oscila entre 13 e 17 horas semanais. Os dados também mostram que 48% dos entregadores e 37% dos motoristas possuem outras atividades remuneradas além do trabalho via aplicativo.

CARLOS AMASTHA

O núcleo mais próximo de Carlos Amastha (leia-se república de Florianópolis), não quer que ele dispute a prefeitura de Palmas no ano que vem. Acham que ele não tem chances de vitória, e que com mais essa derrota, ele perde completamente o pouco que lhe resta de capital político, depois de várias tentativas frustradas.

CERTEZA DA VITÓRIA

Como Amastha é muito teimoso, ele já iniciou suas movimentações, mas no privado, tem dito que vai sentir o terreno e que só deverá concorrer mesmo se tiver certeza da vitória. O que em política é quase impossível. Uma coisa é certa: o cavalo bem arriado da campanha de 2012 não mais passará na porta do Amastha.

INVASÕES

Com o governo Lula, que significa uma espécie de alvará para os movimentos do MST, o clima no campo voltou a ficar tenso frente a algumas invasões de terras que vem sendo patrocinadas pelo movimento em alguns estados.

MARIANÓPOLIS

Inclusive, o Tocantins já entrou nesse rol, pois há alguns dias tentaram invadir uma fazenda no município de Marianópolis, que é uma região onde a atividade agrícola está em franca expansão, e que frente a esse cenário, poderá ser freada.

INCERTEZAS

Por esse motivo e tantos outros, que antes das eleições produtores rurais já avisavam que cortariam investimentos e fariam demissões. Na época, foram denunciados como chantagistas, bolsonaristas, etc. Mas, afinal, quem quer ampliar seus negócios e colocar seu dinheiro num ambiente de tantas incertezas?

FAET APRESENTA

Ciente da situação, a Federação da Agricultura do Tocantins - FAET, realizou na sexta-feira, dia 03, uma reunião para apresentação dos objetivos da sua Comissão de Assuntos Jurídicos, com a presença do diretor jurídico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA, Rudy Ferraz, sendo concedida entrevista coletiva depois do encontro.

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