Greve nacional de técnicos avança, mas servidores da UFT e UFNT mantêm atividades no Tocantins

A greve dos servidores técnico-administrativos das universidades federais já atinge ao menos 54 instituições no país desde fevereiro. Apesar da mobilização nacional, no Tocantins a categoria optou por não paralisar as atividades e permanece em estado de greve.

Decisão no Tocantins

A posição foi definida em assembleia do Sindicato dos Técnicos-Administrativos em Educação das Instituições de Ensino Superior do Estado do Tocantins (SINTAD), que representa servidores da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT).

Em esclarecimento, a Superintendência de Comunicação da UFT informou que, embora a categoria esteja em estado de greve, os servidores continuam exercendo normalmente suas funções nos postos de trabalho.

Fala do sindicato

O presidente do SINTAD, Jozafá Maciel, explicou que a decisão segue uma orientação nacional, mas que, localmente, houve opção por não aderir à paralisação neste momento.

Em fala, Jozafá afirmou que a categoria deliberou permanecer em estado de greve, o que significa manter as atividades enquanto acompanha o andamento das negociações em nível nacional.

Ainda segundo ele, havia três possibilidades em discussão: entrar em greve, sair da mobilização ou permanecer em estado de greve. A escolha foi pela manutenção do estado de alerta, sem interrupção dos serviços.

Possibilidade de mudança

O sindicato destacou que a situação pode mudar a qualquer momento. A depender do avanço das negociações com o governo federal, a categoria poderá convocar nova assembleia para decidir se entra em greve ou encerra o estado de mobilização.

Em outro momento, Jozafá reforçou que a diretoria acompanha as negociações nacionais, mas que, até agora, não houve decisão de paralisação efetiva no Tocantins.