Tocantins tem 4º maior crescimento do emprego formal do Brasil desde 2023
O Tocantins registrou o quarto maior crescimento proporcional no estoque de empregos formais do Brasil entre janeiro de 2023 e junho de 2026. Dados da Rais Mensal, divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego, apontam avanço de 45,9% no número de vínculos formais no Estado durante o período.
O resultado coloca o Tocantins atrás apenas de Roraima, que apresentou crescimento de 70,8%, Distrito Federal, com 51,9%, e Amapá, com 48,8%. Na Região Norte, o Tocantins aparece com um dos maiores avanços proporcionais registrados no levantamento.
O indicador considera a variação do estoque de vínculos formais em relação ao tamanho do mercado de trabalho existente anteriormente. Dessa forma, o percentual não significa que o Tocantins tenha criado o quarto maior número absoluto de empregos do país, mas que apresentou uma das maiores taxas de crescimento proporcional.

Estados mais populosos lideram em números absolutos
Quando considerado o volume total de novos vínculos, estados e unidades da Federação com mercados de trabalho maiores aparecem nas primeiras posições.
São Paulo liderou, com 1,64 milhão de novos vínculos, seguido por Minas Gerais, com 1,29 milhão; Rio de Janeiro, com 683 mil; Distrito Federal, com 649 mil; e Bahia, com 641 mil.
O desempenho tocantinense contribuiu para que o Norte apresentasse o maior crescimento relativo entre as regiões brasileiras, com alta de 34,7%.
Na sequência aparecem Centro-Oeste, com 28,6%; Nordeste, com 27,6%; Sudeste, com 14,6%; e Sul, com 12,3%.
Brasil soma 10,1 milhões de novos vínculos
Em todo o país, segundo os dados apresentados, o estoque de empregos formais cresceu em 10,1 milhões de vínculos entre janeiro de 2023 e junho de 2026, avanço de 19,1%. Com isso, o total chegou a 62,89 milhões de trabalhadores formais.
Somente no primeiro semestre de 2026, foram adicionados 2,46 milhões de vínculos, crescimento de 4,1%.
O setor de Serviços apresentou o maior avanço no período, com 8,45 milhões de novos postos e crescimento de 28,3%.
O levantamento também aponta crescimento de 25% no estoque de mulheres com vínculos formais, com acréscimo de 5,36 milhões de postos. A participação feminina chegou a 46,4% do total.
Já os vínculos celetistas e temporários cresceram 10,9%, enquanto o funcionalismo público apresentou avanço de 11,9% no período analisado.
