Suspeito na lista dos mais procurados do Brasil morre em confronto com a PM no norte do Tocantins
Dois homens morreram após um confronto armado com a Polícia Militar (PM) na zona rural de Piraquê, no norte do Tocantins, na noite de quinta-feira (5). Um deles foi identificado como André Luis Pereira Silva, de 34 anos, que constava na lista de criminosos mais procurados do Brasil do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).
O outro suspeito foi identificado como Carlos Eduardo Silva Leite, de 26 anos. Segundo a polícia, os dois estavam juntos em um veículo quando foram localizados na rodovia TO-420, nas proximidades do trevo que liga a BR-153.
Suspeita de preparação para assalto a banco
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, equipes da Força Tática e do 2º Batalhão da Polícia Militar foram até a região após receberem informações sobre a possível preparação de um assalto a banco.
Durante o patrulhamento, os policiais identificaram um carro prata em atitude suspeita e realizaram a abordagem.
Segundo a PM, houve confronto armado entre os suspeitos e os militares.
Atendimento médico e apreensões
O serviço de saúde foi acionado para prestar socorro, mas a equipe médica constatou as mortes ainda no local.
Com os suspeitos, a polícia apreendeu uma pistola calibre 9 mm de fabricação estrangeira e um revólver calibre 38. O veículo utilizado pela dupla também foi recolhido.
Histórico criminal
Segundo a Polícia Militar, André Luis Pereira Silva possuía quatro mandados de prisão em aberto por crimes como latrocínio, roubo e furto.
Ele também era investigado pela participação na morte de um mototaxista em 2023, em Araguaína, e apontado como especialista no uso de explosivos em ataques a instituições financeiras.
Investigação
Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína, onde passaram por exames e posteriormente foram liberados para os familiares.
O caso foi registrado na 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Araguaína. As investigações serão conduzidas pela 30ª Delegacia de Polícia de Wanderlândia e, inicialmente, o caso foi registrado como morte decorrente de intervenção de agente do Estado.
