Mergulhadores encontram iPhone de até R$ 18,5 mil após 24 horas no fundo do Lago de Palmas
Um iPhone 17 Pro Max foi recuperado por mergulhadores após permanecer aproximadamente 24 horas submerso no Lago de Palmas. O aparelho caiu na água próximo à Ilha do Canela e foi encontrado a cerca de quatro metros de profundidade, depois de mais de duas horas de buscas.
O resgate ocorreu na segunda-feira, 17, e foi realizado pelos mergulhadores João Sobota e Rafael Menezes, tenente-coronel do Corpo de Bombeiros. Segundo informações divulgadas sobre o caso, o modelo do celular pode custar entre R$ 12,5 mil e R$ 18,5 mil.
Imagens publicadas nas redes sociais mostram parte da operação. Como os mergulhadores não tinham a localização exata de onde o aparelho havia caído, foi necessário fazer uma varredura no fundo do lago.
“Esse deu bastante trabalho, foram duas horas de mergulho, usamos a técnica de varredura e, nos locais com algas, usamos detector de metais”, contou Rafael.
Algas dificultaram as buscas
Segundo Rafael, a área apresentava grande quantidade de algas, algumas com cerca de 1,5 metro de altura, além de baixa visibilidade. A equipe realizou buscas metro a metro e utilizou um detector de metais para tentar localizar o aparelho.
O celular foi encontrado em uma área mais limpa, entre as regiões tomadas pela vegetação, a aproximadamente quatro metros de profundidade.
O aparelho pertence ao correspondente bancário Matheus Alves. Ele contou que estava em uma moto aquática próximo à Ilha do Canela, no domingo, 16, quando o celular caiu na água.
Após o resgate, Matheus mostrou o aparelho ligado e afirmou que estava “funcionando perfeitamente”.
“Ter o celular recuperado foi uma sensação de alívio e felicidade, porque eu já tinha perdido as esperanças de encontrá-lo. Além do valor do aparelho, havia muitas informações, fotos e arquivos importantes”, relatou.
Mais de duas horas debaixo d’água
Rafael Menezes atua como mergulhador há 15 anos e possui o Jalapão Dive Center, que realiza cursos, mergulhos recreativos e serviços de busca de objetos.
Segundo ele, a recuperação do celular não foi a primeira operação do tipo realizada no Lago de Palmas. Entre os objetos já retirados da água estão motor elétrico de canoa, canoa, barco, cadeira, equipamentos e varas de pesca.
“Fazemos mergulhos recreativos entre a Praia do Funil e a Praia do Paredão. O serviço de busca é cobrado, pois envolve a questão dos equipamentos e da hora trabalhada”, explicou.
