SINOPSE — O Diabo Veste Prada 2 e a estética da sobrevivência midiática
“O diabo veste Prada” encontrou um espelho no tempo e envelheceu bem demais. Sua sequencia chega aos cinema exatamente vinte anos depois do original, sem tentar reinventar o que já era sólido, mas observando o quanto o mundo mudou e se reorganizou. O segundo filme da pequena franquia não se apoia na nostalgia como muleta, mas a usa como ferramenta de contraste. O que antes era glamour editorial agora precisa disputar atenção com métricas, cortes orçamentários e uma lógica de visibilidade que transforma tudo em produto descartável. A Runway continua ali, mas menos como império e mais como…
