Áreas nobres expõem o contraste entre o sonho da capital planejada e o esquecimento
Planejamento e realidade: o avesso das quadras centrais de Palmas.
Concebida sob um modelo urbanístico pós-modernista, Palmas nasceu com a promessa de ser uma capital moderna, de expansão controlada e harmônica. O projeto original previa uma ocupação gradual, organizada em grandes blocos e setores bem definidos. Na prática, no entanto, a cidade, organismo vivo e em constante transformação, não seguiu o roteiro do papel.
Ao longo dos últimos 30 anos, a dinâmica econômica, as demandas de mobilidade e o acesso a serviços como saúde, abastecimento e educação moldaram uma ocupação irregular,…
