“O amor não termina com a morte, só se transforma”; psicóloga explica o impacto do Dia de Finados no processo de…
No Dia de Finados, a memória de quem já morreu costuma ocupar um lugar mais visível na rotina das famílias, seja em visitas ao cemitério, em rituais íntimos em casa ou apenas no silêncio da saudade que a data desperta. Em entrevista ao Jornal Primeira Página, a psicóloga e terapeuta do luto Aline Dengo explica que esse não é apenas um dia simbólico do calendário religioso. É um marco emocional coletivo.
Segundo ela, o dia 2 de novembro funciona como um “luto compartilhado”, mesmo para quem já vive um processo individual de elaboração da perda. Aline explica que o impacto emocional se…
