SINOPSE — “Sirat”: beleza, caos e um caminho sem volta
“Sirat”, novo trabalho de Óliver Laxe em parceria com Santiago Fillol, definitivamente não é uma experiência confortável e, em momento nenhum, se propõe a ser. Confesso que levei tempo para digerir o que vi. É um filme que começa como uma rave no meio do nada e, aos poucos, revela-se como algo muito maior, uma dança febril à beira do abismo, um ritual coletivo que oscila entre o êxtase e o colapso. Fui atravessada por sensações contraditórias, hora fascínio, hora incômodo e estranhamento. Algumas escolhas narrativas da direção me pareceram, à primeira vista, deliberadamente forçadas, quase…
