A terra que dá forma à arte: como a demarcação garante o empreendedorismo ancestral no Tocantins
Manoel Júnior - Repórter Fotográfico
PALMAS (TO) - No Brasil, a arte nativa não nasce em prateleiras, mas do manejo ecológico de ecossistemas protegidos. A demarcação de terras indígenas consolida-se hoje não apenas como uma garantia jurídica, mas como a principal salvaguarda para o desenvolvimento de um modelo único de empreendedorismo sustentável.
No Tocantins, a correlação entre a posse do território e a autonomia financeira ganha contornos práticos na rotina de etnias como os Krahô, Xerente, Karajá e Javaé. Para esses povos, a floresta e o Cerrado funcionam como ateliês vivos e bases…
