SINOPSE — “Uma batalha após a outra” e o caos como linguagem cinematográfica
Desde o primeiro frame, “Uma Batalha Após a Outra” não concede ao espectador o luxo de um “momento conforto”. Paul Thomas Anderson (“Sangue Negro”), mais uma vez desafiando qualquer convenção, entrega um filme que vibra em um ritmo nervoso e eletrizante.
O caos aqui não é um mero acidente, é método. É a própria argamassa que constrói essa obra grandiosa, onde o íntimo e o político se entrelaçam em um espetáculo de ação, sátira e melancolia. Anderson cria uma cadeia de eventos que explode em tela, apresentando temas sérios, como imigração, racismo, revolução e relações familiares, abusando…
