O Tocantins alcançou a segunda colocação nacional no indicador de Potencial de Mercado do Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). Com nota 79,5, o estado ficou atrás apenas de Roraima e registrou uma das maiores evoluções do país, avançando 14 posições em relação à edição anterior do levantamento.
O indicador avalia fatores relacionados à capacidade de crescimento econômico dos estados, como tamanho do mercado consumidor, expansão da força de trabalho, oferta de crédito, comprometimento da renda das famílias e índices de inadimplência. O desempenho coloca o Tocantins entre os estados com maior potencial para atração de investimentos e ampliação da atividade econômica.
Estado supera Santa Catarina e Goiás
No ranking de Potencial de Mercado, o Tocantins aparece à frente de estados como Santa Catarina, Goiás e Paraíba. A classificação é liderada por Roraima, seguida pelo Tocantins. Completam as primeiras posições Santa Catarina, Piauí, Goiás, Acre e Paraíba.
Segundo o governador Wanderlei Barbosa, o resultado reflete os investimentos realizados pelo Estado em diferentes áreas e demonstra confiança nas perspectivas de crescimento econômico.
“Esse resultado é reflexo dos investimentos realizados pelo nosso Governo em diversas áreas e demonstra a confiança no potencial de crescimento econômico. Seguiremos trabalhando para impulsionar o desenvolvimento e garantir maior crescimento socioeconômico em todas as regiões do estado”, afirmou.
O que mede o potencial de mercado
De acordo com o CLP, o indicador considera variáveis ligadas ao tamanho e à expansão do mercado consumidor, crescimento da população economicamente ativa, qualidade e volume de crédito disponível, além da capacidade de consumo das famílias.
A proposta é medir o ambiente econômico dos estados e sua capacidade de sustentar novos ciclos de desenvolvimento e geração de oportunidades.
Sobre o ranking
O Ranking de Competitividade dos Estados é elaborado anualmente pelo Centro de Liderança Pública e avalia as 27 unidades da federação com base em 100 indicadores distribuídos em dez pilares, entre eles educação, infraestrutura, inovação, sustentabilidade, eficiência da gestão pública e capital humano.
A metodologia utiliza dados de bases oficiais para comparar o ambiente de desenvolvimento e a capacidade de gestão dos estados brasileiros.