Memorial Coluna Prestes reabre para visitação em Palmas; veja como agendar visitas guiadas

Após passar por reforma, o Memorial Coluna Prestes, um dos principais espaços de preservação da história e da cultura do Tocantins, voltou a receber visitantes em Palmas. Localizado na Praça dos Girassóis, o espaço está aberto para escolas, estudantes, pesquisadores, turistas e comunidade em geral, com possibilidade de visitas guiadas mediante agendamento.

Coordenado pela Secretaria da Cultura do Tocantins (Secult), o memorial reúne documentos, fotografias e objetos que ajudam a contar a história da Coluna Prestes, movimento político-militar que percorreu diversas regiões do Brasil entre 1924 e 1927.

Visitas podem ser agendadas

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O Memorial funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Aos sábados, feriados e pontos facultativos, o atendimento ocorre das 9h às 17h.

Segundo a equipe responsável pelo espaço, os visitantes contam com acompanhamento de servidores que realizam mediação e visitas guiadas ao acervo.

Os agendamentos podem ser feitos pelo e-mail [email protected] ou pelo WhatsApp (63) 98511-0037.

Acervo conta história da Coluna Prestes

Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 2001, o Memorial abriga um importante conjunto de registros sobre a passagem da Coluna Prestes pelo antigo norte de Goiás, atual Tocantins.

Entre os destaques está a escultura em bronze “Cavaleiro da Luz”, do artista Maurício Bentes, criada em homenagem a Luís Carlos Prestes.

O espaço também possui teatro de bolso, salas de exposição e ambientes destinados a atividades educativas e culturais.

O que foi a Coluna Prestes?

A Coluna Prestes foi um movimento político-militar liderado por Luís Carlos Prestes e Miguel Costa, surgido a partir da insatisfação de jovens oficiais do Exército com o sistema político da Primeira República.

Entre 1924 e 1927, cerca de 1,5 mil integrantes percorreram aproximadamente 24 mil quilômetros por 13 estados brasileiros, defendendo reformas políticas e sociais. O grupo atravessou diversas localidades que atualmente fazem parte do Tocantins, como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Tocantínia e Pedro Afonso.

Embora não tenha alcançado seus objetivos imediatos, a marcha é considerada um dos episódios mais importantes da história política brasileira do século XX e contribuiu para debates que influenciaram mudanças posteriores no sistema eleitoral e institucional do país.

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