Quer ajudar uma criança?; projeto em Palmas busca voluntários para apadrinhamento

A Prefeitura de Palmas apresentou, nesta quinta-feira (23), o projeto de apadrinhamento voltado a crianças e adolescentes em situação de acolhimento. A iniciativa foi discutida durante roda de conversa na Casa Abrigo Raio de Sol, com participação de famílias e voluntários.

A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e busca ampliar vínculos afetivos e o suporte à rede de proteção social no município.

Projeto formaliza participação de voluntários

Segundo a superintendente de Proteção Social Especial da Sedes, Marlucy Albuquerque, o objetivo é organizar e fortalecer o voluntariado.

“Nossa roda de conversa teve como objetivo orientar e formalizar os atuais voluntários e demais interessados”, afirmou.

Durante o encontro, foram apresentadas as modalidades de participação, como apadrinhamento afetivo, provedor e prestador de serviços, além do Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora.

Iniciativa segue diretrizes do ECA

O programa está alinhado ao Estatuto da Criança e do Adolescente e busca ampliar a convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes que vivem em acolhimento institucional ou familiar.

A gerente da Casa Abrigo destacou que a proposta também esclarece o funcionamento de novos projetos do município, como o “Apadrinha Palmas” e o “Família Acolhedora”.

Durante a atividade, participantes compartilharam experiências. A enfermeira Adalgiza Danielle relatou ter atuado como madrinha afetiva por quatro anos.

“Foi uma experiência muito gratificante, na qual pude oferecer amor e atenção”, disse.

Ela afirmou ainda que pretende retomar a participação e incentivar outras pessoas a conhecerem o projeto.

Programa busca fortalecer vínculos e apoio

O apadrinhamento afetivo tem como objetivo criar relações de apoio e convivência entre voluntários e crianças acolhidas, enquanto outras modalidades permitem suporte financeiro ou prestação de serviços.

Já o Serviço de Acolhimento em Família Acolhedora oferece proteção temporária a crianças afastadas judicialmente de suas famílias, sendo adotado como medida excepcional.