O desembargador Pedro Nelson de Miranda Coutinho foi eleito, nesta quinta-feira, 1º, presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) para o biênio 2027/2029. Atualmente corregedor-geral da Justiça, ele assumirá o comando da Corte em fevereiro de 2027.
A escolha ocorreu durante sessão administrativa ordinária do Tribunal Pleno, conduzida pela atual presidente, desembargadora Maysa Vendramini Rosal. A desembargadora Silvana Parfieniuk foi eleita vice-presidente.
Após a eleição, Pedro Nelson destacou entre os desafios da próxima gestão o início da execução do Plano Estratégico Institucional para o período de 2027 a 2032.
Segundo o presidente eleito, o planejamento foi elaborado considerando as mudanças tecnológicas dos últimos anos e deverá incluir discussões sobre a utilização da inteligência artificial para aprimorar o trabalho desenvolvido pelo TJTO.
Transição para nova gestão
Durante a sessão, Maysa Vendramini Rosal entregou ao presidente eleito o relatório de transição da administração.
Segundo a presidente, o documento reúne informações sobre ações e projetos desenvolvidos pelo Tribunal. Até a posse, as diretorias deverão repassar à equipe da futura gestão a documentação necessária para a continuidade dos trabalhos.
Corregedoria também terá novo comando
O desembargador Adolfo Amaro Mendes foi eleito corregedor-geral da Justiça. Ele afirmou que pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo setor e buscar maior rapidez no andamento dos processos judiciais.
Entre as propostas apresentadas está aproximar juízes das comunidades atendidas pelas comarcas e alinhar as atividades extrajudiciais aos demais serviços da Justiça.
A Vice-Corregedoria será ocupada pela desembargadora Angela Haonat, atual diretora-adjunta da Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat).
Ouvidorias e Escola da Magistratura
O Tribunal Pleno também escolheu o desembargador Márcio Barcelos como ouvidor judiciário. A desembargadora Ângela Prudente continuará como ouvidora da Mulher.
O desembargador Marcos Antonio de Sousa será o ouvidor judiciário substituto e também ficará responsável pela coordenação do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de 2º Grau.
Na Esmat, o desembargador Marco Villas Boas permanecerá como diretor-geral, enquanto a desembargadora Hélvia Túlia ocupará a direção adjunta.
Comissões permanentes
A eleição também definiu os integrantes das quatro comissões permanentes da Corte estadual: Regimento e Organização Judiciária; Jurisprudência, Documentação e Memória; Seleção e Treinamento; e Sistematização.
Os novos dirigentes assumirão as funções no próximo ciclo administrativo do Tribunal.