Estado registra maior índice de emprego formal do Norte, aponta ranking nacional

O Tocantins registrou o maior índice de formalização do mercado de trabalho da região Norte, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP) com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No cenário nacional, o estado ocupa a 13ª posição.

O indicador mede a proporção de trabalhadores com carteira assinada em relação ao total de pessoas ocupadas com 14 anos ou mais.

Resultado é atribuído a políticas públicas

Segundo o Governo do Tocantins, o desempenho está ligado a ações de qualificação profissional, intermediação de mão de obra e incentivo ao desenvolvimento econômico.

“Liderar o índice de formalização na Região Norte significa ampliar o acesso a empregos com carteira assinada, com direitos assegurados e mais segurança para o trabalhador”, afirmou o governador Wanderlei Barbosa.

Geração de empregos em alta

Dados do Novo Caged, divulgados pelo Ministério do Trabalho, apontam que o estado criou cerca de 1,4 mil empregos formais em janeiro de 2026. Todos os principais setores apresentaram saldo positivo.

O setor de serviços liderou a geração de vagas, com 651 postos, seguido por construção (395), comércio (289), agropecuária (139) e indústria (23).

A maioria das vagas foi ocupada por homens (cerca de 1 mil postos), enquanto mulheres preencheram 442. Jovens de 18 a 24 anos lideraram as contratações, com 647 vagas.

Qualificação impulsiona mercado

A Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas) destaca que a qualificação profissional tem sido uma das principais estratégias para ampliar a inserção no mercado.

“A formação alinhada às demandas do mercado amplia oportunidades e promove autonomia”, afirmou a secretária Cleizenir dos Santos.

Em 2025, o Sine Tocantins realizou 134 ações de capacitação, atendendo mais de 4,2 mil trabalhadores.

Intermediação de mão de obra

No mesmo período, o governo estadual realizou mais de 68 mil atendimentos voltados à intermediação de emprego, com cerca de 17 mil encaminhamentos e mais de 1,8 mil trabalhadores inseridos no mercado formal.