O Ministério Público do Tocantins (MPTO) instaurou um inquérito civil para investigar a secretária municipal de Saúde de Palmas, Dhieine Caminski, a Santa Casa de Misericórdia de Itatiba (SP) e eventuais outros envolvidos por supostos atos de improbidade administrativa relacionados ao contrato de gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da capital. O procedimento apura possíveis irregularidades no Termo de Colaboração nº 001/2026/Semus, firmado no valor de R$ 139,1 milhões por ano.
Segundo o MPTO, há indícios de falta de publicidade, direcionamento da contratação e possível prejuízo aos cofres públicos. O contrato transferiu a administração das UPAs de Palmas para a entidade paulista sem a realização de chamamento público.